domingo, 16 de maio de 2010

Propriedade intelectual

Na era das relações digitais até os ditados populares ganham nova roupagem. Nada se cria, tudo se copia e cola. É um tal de fazer download de arquivos, editar, imprimir personalidade, postar e até comercializar. Tudo muito prático e rápido. Mas será que tudo o que cai na rede é público?

Nessa série de matérias, para o Programa Diversidade, sobre propriedade intelectual procuramos responder algumas questões.









Programa Diversidade no twitter: @PROGDIVERSIDADE

sábado, 24 de abril de 2010

Firmino: caba bom!

É tradição: quem sai de Campina Grande (PB) com destino a João Pessoa tem que parar no Cajá (distrito de Caldas Brandão) pra comer tapioca. Hoje cedo fiz essa parada obrigatória com meus colegas da equipe da TV Itararé/TV Cultura. Entre as muitas lanchonetes que estão às margens da BR 230 , hoje, uma em especial passou a fazer parte da minha lista de preferências: A Tapioca do Firmino.

Além de um cardápio variado de tapiocas recheadas e de outras guloseimas típicas dessa região do meu Brasil o local tem uma atração incrível: o próprio Seu Firmino. Numa parada de poucos minutos lá fiquei encantada com essa figura. Sentado numa mesa ao lado da nossa foi logo puxando papo e como todo bom nordestino que se preze contou sua vida todinha pra gente.

Seu Firmino estudou pouco, aprendeu a ler e escrever o básico, mas segundo ele “o suficiente pra viver”. Sua preocupação é entender como sua memória está cada dia melhor com o passar dos anos. Pense! A danada é boa mesmo! Seu Firmino sabe de cor todos trechos e quilometragens da estrada que liga a capital a Campina Grande. Decora as placas e marcas dos veículos que passam na frente do seu comércio, reconhece todos os rostos que já viu passar por ali e mais, lê freqüentemente a Bíblia e descreve com naturalidade a quantidade de palavras, letras e espaços no Livro de Isaias. (Vôti!!)

Com pouco tempo pra curtir a divertida companhia desse cara incrível seguimos viagem sob um sonoro “até logo” desse ilustre personagem da vida real.



Foto Thaise Carvalho

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Programa Diversidade

Muito bom poder fazer o que eu amo. TV!!!! Cultura!!!!


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Como tem Zé na Paraíba

Apesar de tantos nomes próprios "americanizados" circulando por esse Brasil a fora, tem muito Zé espalhado por aí. E foi ao som de Jackson do Pandeiro que saí com meus parceiros de trabalho pra confirmar se tem muito Zé na Paraíba. Produzir essa matéria foi beeeem divertido!


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Nanda lá... do alto da cidade maravilhosa

Mano bronw no ar!
Acabei indo também!


Mais incrível do que passear pelo Rio, foi voar sobre a cidade maravilhosa. O plano era só levar meu irmão Flávio pra voar de parapente, mas ao descer, ele me intimou a experimentar essa emoção. E bom, depois de muita insistência eu cedi... resolvi encarar a aventura.

Pra chegar até o local do salto a gente sobe os morros de São Conrado de carro com o instrutor, depois encara uma escadaria de pedra, usa o banheiro pra liberar a tensão (kkkk) e desce até a rampa de parapente. E lá fui eu... auxiliada pelo Willian, assistente do instrutor Jean de Lima. Enquanto os dois preparavam tudo eu tentava controlar meu coração, pernas, estômago, respiração... caso contrário seria falência de múltiplos orgão antes mesmo de sair do chão. Medo da mulestaaaaa!!!

Aí, quando você pensa que está tudo bem... o cara grita: "tudo ponto. Vamo saltar!" O nervosismo volta. Mas, é tarde... o cara já está correndo com você em direção ao ... ao ... horizonte. As pernas falham... caio... mas, o Jean segura a onda e nos leva pro alto... e quando abro o olho já estamos lá... voando e ouvindo os aplausos da platéia... e ainda dá pra ouvir o Willian vibrar dizendo: "Valeu gatona. Sabia que você ia conseguir".

(rsrs) Ele sabia... eu não!!!

Que emoção maravilhosa... uma mistura de liberdade, leveza, encatamento, curiosidade em saber como tudo aquilo é possível. Fantástico! No pouso desisti de espancar o mano e agradeci por ter me convencido a viver tudo aquilo.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça...


De férias pela Cidade Maravilhosa, não poderia deixar de registrar minha passagem pelo Bar Garota de Ipanema, que fica entre as Ruas Prudente de Morais e Vinícius de Morais.

Tom Jobim e Vinícius de Moraes eram frequentadores assíduos do então chamado Bar Veloso e foi durante uma dessas passagens por lá que Vinícius escreveu a música “Menina que passa”. Letra essa que nem ele, nem Tom gostaram muito, mas deu origem ao clássico da Bossa Nova “Garota de Ipanema”. Helô Pinheiro foi a musa inspiradora da letra, mas só veio a saber disso anos depois.

A letra de “Garota de Ipanema” foi ampliada e colocada em destaque em uma das paredes do Bar, que hoje leva o nome da canção que é a cara do Rio de Janeiro.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A Suíça Nordestina

Garanhuns fica no agreste de Pernambuco. E nessa época do ano o clima por lá é bem frio, podendo chegar até aos 9ºC. Bom, ainda bem que durante minha passagem por lá a temperatura ficou numa média de 17ºC.

Mas, o que me levou a Garanhuns esses dias não foi o frio e sim a programação do Festival de Inverno de lá, que é super bacana. Em apenas um final de semana pude curtir em praça pública os shows de Fernanda Abreu, Mombojó, Lenine e Rita Lee. Mas, além deles, outras grandes atrações participaram do evento, que mobiliza toda a cidade em nome da cultura. Se pudesse teria ficado mais um pouco.


Curiosidades

Garanhuns tem vários apelidos carinhosos, como: Cidade das Flores, Suíça Nordestina e Cidade da Garoa. Agradável no clima, nas paisagens e na hospitalidade dos moradores.


Na Praça Tavares Correia, existe um relógio super famoso, ponto de parada obrigatório para todos os turistas. Construído em 1979 o “Relógio das Flores” funciona de verdade, graças a uma tecnologia que usa cristais de quartzo. Durante os dias em que o Festival de Inverno agita a cidade, esse e outros pontos turísticos de Garanhuns só podem ser fotografados assim ... com filas daqueles que querem levar uma lembrança de uma das poucas cidades nordestinas que conservam um clima tão agradável.