quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Assobio na janela

"Num sei se chove não, mas que venta, venta!" Lá na Paraíba muita gente usa essa frase pra "mangar" do tamanho do nariz alheio, mas aqui em Recife essa frase pode ser levada ao pé da letra. Meu amigo, que cidade pra ventar!

Além de ventar muito, o danado passa assobiando na janela. Ohh medo!



Mas, pior do que isso é sair de casa de saia ou vestido, não é Adelaaaaaaaiiiide??? =D

domingo, 1 de agosto de 2010

Em Recife

Meu lema nessa vida? Permita-se!

Novas lugares, sabores, amizades, sotaques, culturas e experiências fazem parte do meu roteiro de viagem pela vida. E cá estou em mais um novo lugar: Recife! Vale destacar o quanto esse cantinho do Brasil é berço das coisas que mais curto: música, cultura popular, artistas, paisagens... E o bom de estar morando aqui agora é que posso viver tudo isso mais de perto.

O sotaque aqui é mais “xiado”, a cidade mais agitada (coisa que adoro), o mar está na janela de quem mora em Boa Viagem, as pessoas são extremamente hospitaleiras e de cara fazem amizade com quem chega. Recepção melhor impossível.

Como o tempo anda curto, registro em fotos alguns dos lugares bacanas e das pessoas que passaram a fazer parte da minha lista de pernambucanos favoritos.



Equipe de trabalho (internet/redes socias)



Ahhh o mar!!!



Galerinha no Bar do Neno - integração Bahia-Pernambuco-Paraíba



Amei esse Burgueria!!!





Ice e chocolate?? hehe... é bommm, né Aline??!!



Agora tem Brifinha!!! #tricoteiras.com.br #fãsdomesmoidolo

terça-feira, 27 de julho de 2010

Flávio José: o rei do xote

Minha última entrevista na TV Itararé foi com um artista que gosto muito: Flávio José. Antes de começar a registrar minha nova fase (em Recife). Publico essa entrevista pra marcar o fim de uma fase muito aprendizado e conquistas em terras paraibanas. Saudades de todos da TV Itararé!



sexta-feira, 18 de junho de 2010

Tem gente que “vive de fachada”

Se tem uma coisa que eu costumo observar nas cidades pequenas por onde passo são as fachadas dos comércios. Tá lá o letreiro colorido: MERCEARIA BOM JESUS e logo abaixo: organização seu Severino. Um hábito que reforça a teoria (e prática) de que no interior as pessoas zelam e muito por suas imagens. E ligar o nome de um administrador bem conceituado ao negócio é uma estratégia de marketing positiva, em qualquer lugar, certo?!

Bom, se a fórmula letreiro + organização chama atenção (pelo menos a minha) o que dizer dos excessos que são cometidos por aí? Segundo meu amigo Charles Dias, lá em Queimadas (PB) tem uma fachada assim: FARMÁCIA NOSSA SENHORA APARECIDA, organização: Galego do Pão. (#rimuito) Tudo bem, o cara está expandindo seus negócios e deve ter NOME pra isso!

Agora, não deu pra conter o susto e a gargalhada ao ver a cena abaixo. (#rialto) Será que a pressa de abrir o “negócio” foi tão grande que não deu tempo trocar o letreiro???? Geeeente, letreiro é coisa séria. (#aindatorindo)

Segundo os humoristas de plantão, nesse comércio só tem pé-de-muleque e olho de sogra. (#quehorrornaoconsigopararderir)



Foto: Charles Dias

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Paisagem de interior

Há dois anos atrás, quando eu disse que estava mudando do Rio de Janeiro pra Paraíba, uma amiga do trabalho entrou no Google e de repente soltou um supreso “caraca!” Em seguida completou dizendo: na Paraíba tem prédio?! Heim??? Como assim??? (rs) Claro que tem... prédio, trânsito, semáforos, Coca-cola, Mac Donald’s, teatros, cinemas, gente... enfim... Cidades como Campina Grande (PB), Crato (CE), Juazeiro do Norte (CE), Petrolina (PE), Feira de Santana (Ba) já não possuem mais aqueles ares bucólicos de interior.

Achar que o Nordeste é (exclusivamente) um enorme cenário de filme ou novela regional é bem comum para alguns brasileiros que moram nas bandas de baixo do nosso mapa. Uma mentalidade bem distorcida da realidade, porém existem sim (ainda bem) aquelas cidades pequenas, de ruas largas, casarios históricos, gente andando no meio da rua, motociclistas sem capacete, praça em frente a igreja matriz, criança indo a pé pra escola, vovô na cadeira de balanço na calçada...

E apesar de preferir o caos urbano, tive o privilégio de conhecer algumas cidades que ainda preservam sua arquitetura, suas tradições e história.








domingo, 16 de maio de 2010

Propriedade intelectual

Na era das relações digitais até os ditados populares ganham nova roupagem. Nada se cria, tudo se copia e cola. É um tal de fazer download de arquivos, editar, imprimir personalidade, postar e até comercializar. Tudo muito prático e rápido. Mas será que tudo o que cai na rede é público?

Nessa série de matérias, para o Programa Diversidade, sobre propriedade intelectual procuramos responder algumas questões.









Programa Diversidade no twitter: @PROGDIVERSIDADE

sábado, 24 de abril de 2010

Firmino: caba bom!

É tradição: quem sai de Campina Grande (PB) com destino a João Pessoa tem que parar no Cajá (distrito de Caldas Brandão) pra comer tapioca. Hoje cedo fiz essa parada obrigatória com meus colegas da equipe da TV Itararé/TV Cultura. Entre as muitas lanchonetes que estão às margens da BR 230 , hoje, uma em especial passou a fazer parte da minha lista de preferências: A Tapioca do Firmino.

Além de um cardápio variado de tapiocas recheadas e de outras guloseimas típicas dessa região do meu Brasil o local tem uma atração incrível: o próprio Seu Firmino. Numa parada de poucos minutos lá fiquei encantada com essa figura. Sentado numa mesa ao lado da nossa foi logo puxando papo e como todo bom nordestino que se preze contou sua vida todinha pra gente.

Seu Firmino estudou pouco, aprendeu a ler e escrever o básico, mas segundo ele “o suficiente pra viver”. Sua preocupação é entender como sua memória está cada dia melhor com o passar dos anos. Pense! A danada é boa mesmo! Seu Firmino sabe de cor todos trechos e quilometragens da estrada que liga a capital a Campina Grande. Decora as placas e marcas dos veículos que passam na frente do seu comércio, reconhece todos os rostos que já viu passar por ali e mais, lê freqüentemente a Bíblia e descreve com naturalidade a quantidade de palavras, letras e espaços no Livro de Isaias. (Vôti!!)

Com pouco tempo pra curtir a divertida companhia desse cara incrível seguimos viagem sob um sonoro “até logo” desse ilustre personagem da vida real.



Foto Thaise Carvalho